Aprender inglês sozinho pode ser uma armadilha!

Todo ser humano nasce com aptidões a serem desenvolvidas e isso acontece desde o primeiro dia de nossas vidas. Alimentar-se aparece como a primeira necessidade básica e, desde sempre, temos nossas mães a nos ensinar a comer. Depois disso, e conforme o tempo passa, aprendemos a andar, a falar e por aí vai. Outros aprendizados vão acontecendo, um pouco mais tarde, e assim vamos pra escola para aprender a ler e a escrever. Para todas essas tarefas, necessitamos de apoio e de incentivo. E é nessa fase da vida que somos apresentados ao professor, alguém que será sempre e para sempre de grande importância em nossa estrada.

Para tudo que nos dispusermos a aprender, teremos um mestre a nos conduzir. Por mais que se tenha talento e vocação para o que quer que seja, as tentativas de absorver novos conhecimentos sem orientação própria pode se tornar uma armadilha. Especialmente quando nos referimos à aprendizagem de idiomas estrangeiros. Muitos defendem que é bem possível nos tornarmos autodidatas e ganhar fluência, seja no inglês ou no espanhol, por exemplo. A hipótese não é descartada, porém estará muito mais facilitada e próxima de todos quando se possui uma referência. Seja para ensinar, para acompanhar, para corrigir e até para cobrar. O professor de língua estrangeira também é um exemplo a ser seguido, seja pela postura ou pela pronúncia, com a qual tão logo tenhamos contato, passamos a imitá-la ou tê-la como inspiração.

Certamente existem outras formas de se aprofundar na língua, proporcionando um aprimoramento ainda maior. Estamos falando dos filmes, das séries, das músicas, recursos sem os quais o processo se tornaria mais árduo e lento.

Em situações de imersão, quando se vive em outro país e se convive com a língua em tempo integral, é possível atingir resultados satisfatórios. Mas estes serão mais eficazes se também contarmos com a ajuda de um professor de idiomas. Um material próprio e exclusivamente desenvolvido para a aprendizagem também será vital para explicar e exercitar pontos do idioma, sejam eles relacionados ao vocabulário ou à gramática.

Pensar nisso e agir com precisão deverá diminuir os riscos que uma aprendizagem solitária pode trazer. Sem nenhuma intenção de comportamento tradicionalista, nada deve substituir nem o professor e nem a sala de aula, local que tem a atmosfera perfeita para os novos conhecimentos e onde encontramos outras pessoas que dividem conosco o mesmo objetivo e com quem podemos também trocar e praticar o idioma. Assim estará estabelecida a garantia de aprendizagem que podemos e queremos ter para seguirmos crescendo e desenvolvendo aquelas aptidões que passamos a ter ao abrir nossos olhos para a vida.